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sábado, 21 de fevereiro de 2009

Cuidado com a Phyllis...

Não estou falando de nenhum remédio, doença contagiosa, ou sensação.
A Phyllis, para quem não conhece, é a minha diretora em TLW. Ou melhor, ex-diretora. Já que ela na 6º temporada, além de despedí-la, deu em cima de Bette.

E aqui, no Brasil, acabei encontrando uma Phyllis essa semana. Com um bom cargo e a sedução descarada.
Foi no encontro da Fundação.

Estava com cara de mulher séria, apesar do decote. Era hora de resolver meu futuro. Minha Bolsa com aquele órgão que financia o doutorado.

A reunião estava marcada para as 14hs, e já eram 14h40 e essa tal diretora não aparecia.
Aparentemente estava calma, mas por dentro queimava de ódio com a irresponsável.

As 14h57 ela entra na sala, com cara de importante e uma roupa séria, e..sem decote.
Achei a imagem dela interesssante, apesar de irresponsável.

Não houve nem um: desculpa.. Sua arrogância não permitia.

Vamos ao que interessa - disse ela.

Nem sabia quem eu era, mas, pediu que eu entrasse na sala dela, e falasse.

Entrei na sala. E junto levei uma amiga, que entrou em contato com ela. Foi meio assim: ela que conseguiu o contato de alguém que conhecia outro alguém, que era filho do outro contato que trabalhava com alguém que conhecia ela.

Mostrei a ela meu projeto, e a Phyllis olhou atentamente para baixo e em meu decote. Minha amiga ficou pasma olhando aquela mulher, e entendeu que ela havia descaradamente olhado como pegadora.

Pediu que eu falásse de mim, e comecei a falar. Ela cada vez mais mudava sua face, e eu senti que ela gostava do que eu falava.

Ela mudou o foco da minha fala, perguntando: você esteve na Holanda, eu adoro aquele cenário, acho tão romântico.

Falamos de qualquer coisa que não era meu projeto. E eu realmente me sentia mal.

As duas mulheres na sala falavam de suas experiência, e minha amiga me vendia como se eu fosse uma Ferrari.

Mas, o projeto, nada!

Acho que me transformei numa Lez que o radar das outras Lez apitam em eco estridente.
E foi assim que ela flertou comigo, e pediu para minha amiga sair.

Fiquei boba com a cara de pau, mas pensei: vamos aproveitar a possibilidade, afinal, talento e conhecimento não estava resultando..rs.

Ela sentou ainda mais perto, pegou minha mão e disse: agora eu entendo o que sua amiga falou, você é muito competente.

Competente? Ela nem havia lido nada. Nem sequer sabia do que eu sonhava ou fazia.

Compreendi ainda mais que o conhecimento não vence muita coisa, e que relações de compadrio/QI ajudam mais que um bom projeto.

Ela me deu o seu número, e pediu que eu ligasse para ela quando tivésse certo o início do processo do doutorado. Ou quando quisésse.

Eita mulher fogo! E dada..rs.

Ela era intrigante e sem perceber estava quase aceitando os olhares dela. Sua funcionária entrou na sala, e ela disse que tinha que sair.

Fui embora me sentindo vendida..rs. Mas, com o futuro garantido.


Beijos meninas.
Bette.

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