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terça-feira, 19 de maio de 2009

Homofobia sem fronteiras? Acho digno!

Olá caras lezies!

Vocês sabiam que domingo passado, dia 17 de maio foi comemorado o Dia Internacional da Homofobia sem Limites ou International Day Against Homophobia - IDAHO (pra ficar mais chique)? Nem eu sabia!

Bom, explicando melhor, esse dia foi criado por uma organização que fica em Québec, África, e que foi celebrado em 50 países objetivando a reflexão de que se a homosexualidade não tem fronteiras, a homofobia também não. Ele é celebrado desde 2002, inicialmente em Québec, e ganhou o mundo.

"Há 192 países na ONU e, na metade, a homossexualidade é ainda proibida, principalmente no continente africano, nos países árabes e na Ásia", destaca Laurent McCutcheon, presidente da Fundação Emergence, que desempenhou papel importante na instituição do dia.

Mas e aí? Por que escolher logo o dia 17 de maio? Queridinhas, a long long time ago, a homosexualidade era considerada uma doença mental, o que justifica muitas pessoas encaminharem seus filhos à Psicólogos e Psiquiatras, e chegou a fazer parte da OMS - Organização Mundial da Saúde com tal classificação. E foi neste exato dia em que a homosexualidade deixou de fazer parte desta lista, pois afinal sabemos que isto não é doença e nem opção.

Apesar de ter-se uma data simbólica na luta contra o preconceito, há muito o que ser feito, pois dos 192 países, apenas 67 "assinaram a declaração relativa aos 'direitos do homem e à orientação sexual e identidade de gênero', apresentada ano passado pela Assembléia-Geral da ONU por iniciativa da França e da Holanda. 'O Vaticano não quis assiná-la', comenta McCutcheon (Yahoo! Notícias).

Alguns países de grande porte, eu diria, proibem a gay pride, ou parada gay, a exemplo da Rússia, que ainda por cima tapa o sol com a peneira quando o assunto é violência contra gays, lésbicas e transex.

"Na França, onde várias manifestações estão sendo previstas, o tema deste ano será a 'transphobie', ou a rejeição a pessoas transexuais.

A Emergence pretende atacar no próximo ano a homofobia no mundo do esporte. 'Isto será um grande desafio', comentou a respeito a ministra de Imigração de Québec, Yolande James".

No ano em que um filme que relata a história de um militante gay até chegar num cargo político com apoio da comunidade gay e idosos (estou falando de Milk pra quem não sabe ou assistiu, e eu recomendo porque é muito bom, enão somente pela temática), lutando contra a ridícula proposta de demitir professores homosexuais, por serem considerados uma má influência aos seus alunos, além de serem taxados como passíveis de molestá-los, acho que eventos deste gênero são mais do que uma boa pedida.



xxAlicexx

4 comentários:

LEZ GIRLS.... disse...

fico pensando:
São mais de 100 países que ainda ainda possuem em sua gênese a homofobia. Imaginem quantas casas desses países, pessoas...

Dentre elas, infelizmente, a casa da minha mãe...

Bette.

LEZ GIRLS.... disse...

e sobre o Milk com a temática, imagina Alice, professores gays sem emprego, onde iríamos da aula?

Bette.

xxAlicexx disse...

Na época, a proposition 6 foi derrubada, já no ano passado o mesmo não aconteceu com a proposition 81, que permitia a união civil entre casais com pessoas do mesmo sexo, apesar de alguns estados nos Estados Unidos já terem aprovado-a.
Já no Brasil, alguns cartórios realizam um contrato entre as partes, com cumunhão total de bens.

...Reti...cências... disse...

e em meio a isso tudo...falta menos de 1 mês para Parada gay de Sampa...

...Reti...cências...