Gente, aqui são 01:26 da matina, e eu abri o link bombástico, tou com dores nos dedos, e vou me poupar a só fazer uma copia do site:
Famosidades, quarta-feira, 13 de maio de 2009 16:00:00
Marlene Mattos: "Tive uma relação de amor com Xuxa"
Marlene Mattos fez revelações em uma entrevista para a revista "Quem" desta semana. Durante 20 anos, ela foi empresária, diretora e melhor amiga de Xuxa Meneghel. Porém, após alguns atritos, a amizade entre elas acabou e as duas nunca mais se falaram.
Na entrevista, Marlene fez algumas revelações, como a de que recusou R$ 1 milhão para escrever uma biografia sobre a apresentadora.
"Escrever sobre a vida de Xuxa é escrever sobre minha vida também. E eu não quero minha vida exposta", contou.
Sobre sua relação com Xuxa, a empresária conta que não tem mágoas e que a relação entre elas foi de amor.
"Eu não tenho mágoa nenhuma da Xuxa. Eu não alimentei. A Xuxa foi a pessoa que eu mais amei na minha vida depois da minha avó. [...] Eu estava a disposição dela 24 horas, por amizade. [...] Tive uma relação de amor com a Xuxa, eu não tive uma relação sexual. [...] E eu tenho essa relação com os meus amigos. Eu tenho amizades de 30 anos. Sinto muito se as pessoas não têm, mas eu tenho".
Agora me pergunto: como é isso mesmo?
"Tive uma relação de amor com a Xuxa, eu não tive uma relação sexual."
Bem, deve ser tarde demais, tico briga com teco.
Boa noite, Bette.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Dicas para economizar os gastos com o celular
Você é uma lezie, certo?
Você é um ser que dança conforme a contemporaneidade, certo?
Você tem um telefone celular, certo?
Ótimo! Então esse post é pra você. Bem gay, isso, né? Magina que outro dia fui falar isso numa loja quando comentei sobre uma blusa, e a beesha vendedora queria criar caso, mal sabendo que a gente dança na mesma buatchy. Anyway...
Gente, não sei o que tanto há neste mundo para conversar, mas mulheres em geral A-D-O-R-A-M um telefone! Perdem horas do seu tempo falando pelos cotovelos ao celular com suas amigas. Mas quando é um casal de lezies então, aphe, parece que a estatística triplica!
Liga para dizer bom dia e acordar a outra pra ir pro trabalho, liga durante o trabalho ou a aula pra dizer que está com saudades, liga na hora do almoço pra dizer que está almoçando, liga depois que almoçou pra dizer que já está arrotando, liga pra dizer que já está escovando os dentes, liga pra avisar que já está saindo do trabalho ou da aula, liga pra dizer que já está indo pra casa, liga pra dizer que já tomou banho e está indo jantar, depois liga pra jogar conversa fora, e por fim liga pra dizer que já está indo dormir e desejar uma boa noite, e se demorar, ainda liga de madrugada pra dizer que sente saudades e que queria estar dormindo de conchinha. Já viu o quanto você já gastou só hoje? Isso sem contar as intermináveis sms!
Tava refletindo a respeito ontem, e acho que se as mulheres já gastam horrores com celular, mulheres lésbicas gastam ainda mais!
Sorte que as operadoras vivem em pé de guerra pela concorrência e fazem promoções pra manter esse horror de tooshas se comunicando.
Mas se as promoções e as constantes trocas de chip não estão dando conta do recado, a solução é criar um outro sistema de comunicação para que as duas tooshinhas continuem mantendo a chama da paixão acesa.
1º. Grave com a voz dela uma mensagem dizendo bom dia meu amor, e coloque como despertador;
2º. Estude o código morse para economizar nas sms (vou ajudar colocando a tabelinha aqui embaixo). Você poderá utilizá-lo dando o famoso "toque";
4º. Ao sair do trabalho ou da aula, marque com sua parceira via código morse, um lugar e um horário para vocês encontrarem e falarem pelos cotovelos, assim ela já aproveita e fica sabendo também o que você almoçou e o que fez durante o dia. Um exemplo clássico, é se você é pobre como eu, e tem que se locomover de ônibus! Diga qual o ônibus que você irá pegar, e informe mais ou menos em quanto tempo ele passará e acene da janela assim que avistá-la no ponto de ônibus.
5º. Quando chegar em casa, avise-na (pois isso é bem coisa de toosha, avisar até quando está liberando espaço no intestino, pra não falar outras coisas) via código morse.
6º. Deixe pra usar seus créditos apenas quando der boa noite, assim sua voz ficará no inconsciente dela, e a probabilidade dela sonhar com você será imensa, ou quando nenhuma das alternativas puder ser colocada em prática.
7º. Se for usar um meio onde outras pessoas tem acesso, comunique-se por abreviações. Por exemplo: QTCH = quero te comer hoje (thanks monisha); QTVH = quero te ver hoje; enfim... tooshas são por demais criativas! Vocês criem o sistema de siglas de vocês, e usem nos meios públicos.
Dicas bobas, mas úteis. Os velhos sinais de fumaça não teriam efeito devido à poluição , fora que os bombeiros poderiam ser acionados por conta da denúncia de foco de incêndio. Pombo correio pode morrer eletrocutado quando fizer aquele pit stop pra sujar a blusa ou a cabeça de um felizardo.
Use a imaginação, e economize aquela grana!
Peraí que a marida tá ligando...
xxAlicexx
O que as pessoas fazem quando não estão trabalhando?
Antes que eu, e vocês pensem em voz alta...
Vamos descartar que você é o Ben Southall, o "empregado" que foi contratado para a melhor função do Mundo, afinal, ele irá trabalhar por 6 meses vigiando a ilha paradisíaca em Hamilton na Austrália, ganhando somente 83 mil euros, cerca de 240 mil reais, e o coitado ficou "isolado" na ilha.
Mas, o que a Be-tte, vocês e aquela vizinha do lado estão fazendo quando não estão trabalhando?
Ok, agora é hora de falar de S-E-x-o...
Mas, aviso, que estou incomodada com essa palavra.
Aquela vizinha... Aquele casal...
Não dá 1 minutos em casa, e eles estão naquela cama no andar superior, batendo na parede, susurrando nos ouvidos do eco e me deixando podre de raiva. Que raiva de quem faz barulho!
Não sei porque, mas as pessoas quando não estão trabalhando, e mesmo trabalhando, estão olhando pornografias, falando de sexo, atendendo telefonemas que querem sexo... Tudo gira em torno disso.
Me convidaram semana passada para uma praia, e a idiota aqui só hoje foi saber que a praia que "iria" no domingo é de nudismo. Que mulher sacana, obrigada por avisar, convidei alguns alunos para jogar um Volei comigo!
O e-mail que abri hoje pela manhã falava "que interessante, os 5 animais de estimação mais perfeitos". E quando eu abro: ah, 5 posições inacreditáveis imitando formas de animais. Que gracinha Flavinha, obrigada!
Porque aquele cara não me parecia outra coisa? era sexo. O padeiro queria sexo com a cliente de vestidinho curtinho.
Ando nos bares e vejo os pés tocando debaixo das mesas, os companheiros olham nossas calcinhas em casa para verem se cheira a sexo.
Você liga a tv, e o Marcos Pasquin e a Daniele estão nús, brincando de afogar o ganço... Sexo!
Será que há alguma atividade extra-laboral que se passa sem sexo? Não pergunto para ti, Flavinha, que trabalha em filme pornô..rs.
TPM terrível...
Bette.
Vamos descartar que você é o Ben Southall, o "empregado" que foi contratado para a melhor função do Mundo, afinal, ele irá trabalhar por 6 meses vigiando a ilha paradisíaca em Hamilton na Austrália, ganhando somente 83 mil euros, cerca de 240 mil reais, e o coitado ficou "isolado" na ilha.
Mas, o que a Be-tte, vocês e aquela vizinha do lado estão fazendo quando não estão trabalhando?
Ok, agora é hora de falar de S-E-x-o...
Mas, aviso, que estou incomodada com essa palavra.
Aquela vizinha... Aquele casal...
Não dá 1 minutos em casa, e eles estão naquela cama no andar superior, batendo na parede, susurrando nos ouvidos do eco e me deixando podre de raiva. Que raiva de quem faz barulho!
Não sei porque, mas as pessoas quando não estão trabalhando, e mesmo trabalhando, estão olhando pornografias, falando de sexo, atendendo telefonemas que querem sexo... Tudo gira em torno disso.
Me convidaram semana passada para uma praia, e a idiota aqui só hoje foi saber que a praia que "iria" no domingo é de nudismo. Que mulher sacana, obrigada por avisar, convidei alguns alunos para jogar um Volei comigo!
O e-mail que abri hoje pela manhã falava "que interessante, os 5 animais de estimação mais perfeitos". E quando eu abro: ah, 5 posições inacreditáveis imitando formas de animais. Que gracinha Flavinha, obrigada!
Porque aquele cara não me parecia outra coisa? era sexo. O padeiro queria sexo com a cliente de vestidinho curtinho.
Ando nos bares e vejo os pés tocando debaixo das mesas, os companheiros olham nossas calcinhas em casa para verem se cheira a sexo.
Você liga a tv, e o Marcos Pasquin e a Daniele estão nús, brincando de afogar o ganço... Sexo!
Será que há alguma atividade extra-laboral que se passa sem sexo? Não pergunto para ti, Flavinha, que trabalha em filme pornô..rs.
TPM terrível...
Bette.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Sabemos o que você fez no verão passado...lá no México.
Estava lembrando de um soneto. Não sei mais dos nomes, mas era a idéia: João que gostava de Maria, que namorou com Marcos que era apaixonada por Alice..rsrs, que não era apaixonada por ninguém.
E agora, a nova febre, febre mesmo, simplifica a nova históriaa do século XXI e conflitua com o soneto antigo, e alguns padrões. E fora a lástima, isso é lindo de um certo ângulo, é o porco ajudando a falar mais de igualdade.
Então, vamos lá:
Os estudantes do Rio, que foram para o México, que conheceram Rafael que tinha a gripe, que beijou Maria a estudante, que dormira com Alice (rsrs, somente para exemplificação) que não era namorada de Maria, mas gostava de Ana, que conheceu Bette que voltou antes para o Rio, conheceu Shane e o mundo inteiro ficou com gripe. Homens, mulheres, verdes e vermelhos. Todo mundo usou o beijo, mesmo sem saberem explicar como tudo aconteceu.
Essa citação vasou da agência nacional..rs, e estou passando, pois eles sabem o que "eles todos fizeram no verão passado", e o novo soneto revive!
Bette.
Ps: o Nome Alice é somente para exemplificação..rs.
E agora, a nova febre, febre mesmo, simplifica a nova históriaa do século XXI e conflitua com o soneto antigo, e alguns padrões. E fora a lástima, isso é lindo de um certo ângulo, é o porco ajudando a falar mais de igualdade.
Então, vamos lá:
Os estudantes do Rio, que foram para o México, que conheceram Rafael que tinha a gripe, que beijou Maria a estudante, que dormira com Alice (rsrs, somente para exemplificação) que não era namorada de Maria, mas gostava de Ana, que conheceu Bette que voltou antes para o Rio, conheceu Shane e o mundo inteiro ficou com gripe. Homens, mulheres, verdes e vermelhos. Todo mundo usou o beijo, mesmo sem saberem explicar como tudo aconteceu.
Essa citação vasou da agência nacional..rs, e estou passando, pois eles sabem o que "eles todos fizeram no verão passado", e o novo soneto revive!
Bette.
Ps: o Nome Alice é somente para exemplificação..rs.
Umas vão a missa e outras a boite...
Meninas boazinhas, ou aquelas com medo do pecado estão distante de aproveitar um domingo sem guardar o santo, o deus, o papel fino.
Faz tempo que não ouço aquela voz que me chama de pecadora no momento em que estou nos braços de uma mulher. Antes, outrora..justamente bem outrora, me converti, acabei com um namoro, tudo por conta de uma profecia de que o mundo iria acabar e era pecado beijar mulheres.
Mas, era o apocalípse minha gente, um bom motivo!
Realizem a cena, bette se afogando nas águas. Memória cruél! Que o diga Tina.
Então, as meninas boas que temem que beijar mulheres é pecado, essas mesmas, foram ontem a Igreja. Mesmo querendo ficar perto uma amiga da Bette, foi a Igreja.
Antes eu ter ido com ela, e não ter perdido a chance de acabar com um relacionamento.
Ah, mas, há as boas meninas que vão a Boite no domingo, principalmente aquelas que estão sozinhas e com saudade de mulheres. Mas, para aquelas meninas, não tão boazinhas, malvadas mesmo. Essas ai nasceram viradas para a lua e nada acontecem a elas mesmo nunca indo a missa e sempre estando na boite.
Explico que meninas boas também vão a boite. Eu sei disso, eu vi isso. E as malvadas também, elas conseguem o telefone de Bette, mesmo ela não querendo (rs), vão ao banheiro e tentam caçar um único beijo selado. Elas sentem o cheiro de mulher tentando conter seu libido.
Não podia ir a missa em vez da Boite?
É uma tentação morar ali tão perto, uma Boite GLS ao lado do crime, até as meninas que tentam ser boa e já foram ruins não risistem a isso. Essa fui eu, que não resisti!
Talvez seja mesmo culpa da trivela e o "tridente" do mocinho mau de vermelho. Mas, eu insisto, não fiz nada.
Mesmo com a calcinha vermelha mais molhada que o usual achada no roupeiro de casa, eu não fiz nada. No máximo tirei o óculo, dancei solto e fui ao banheiro sozinha.
Hoje estou aqui, tentando lembrar do pai-nosso e contando o conto do vigário! O Apocalípse chegou aqui!
Bette.
Faz tempo que não ouço aquela voz que me chama de pecadora no momento em que estou nos braços de uma mulher. Antes, outrora..justamente bem outrora, me converti, acabei com um namoro, tudo por conta de uma profecia de que o mundo iria acabar e era pecado beijar mulheres.
Mas, era o apocalípse minha gente, um bom motivo!
Realizem a cena, bette se afogando nas águas. Memória cruél! Que o diga Tina.
Então, as meninas boas que temem que beijar mulheres é pecado, essas mesmas, foram ontem a Igreja. Mesmo querendo ficar perto uma amiga da Bette, foi a Igreja.
Antes eu ter ido com ela, e não ter perdido a chance de acabar com um relacionamento.
Ah, mas, há as boas meninas que vão a Boite no domingo, principalmente aquelas que estão sozinhas e com saudade de mulheres. Mas, para aquelas meninas, não tão boazinhas, malvadas mesmo. Essas ai nasceram viradas para a lua e nada acontecem a elas mesmo nunca indo a missa e sempre estando na boite.
Explico que meninas boas também vão a boite. Eu sei disso, eu vi isso. E as malvadas também, elas conseguem o telefone de Bette, mesmo ela não querendo (rs), vão ao banheiro e tentam caçar um único beijo selado. Elas sentem o cheiro de mulher tentando conter seu libido.
Não podia ir a missa em vez da Boite?
É uma tentação morar ali tão perto, uma Boite GLS ao lado do crime, até as meninas que tentam ser boa e já foram ruins não risistem a isso. Essa fui eu, que não resisti!
Talvez seja mesmo culpa da trivela e o "tridente" do mocinho mau de vermelho. Mas, eu insisto, não fiz nada.
Mesmo com a calcinha vermelha mais molhada que o usual achada no roupeiro de casa, eu não fiz nada. No máximo tirei o óculo, dancei solto e fui ao banheiro sozinha.
Hoje estou aqui, tentando lembrar do pai-nosso e contando o conto do vigário! O Apocalípse chegou aqui!
Bette.
sábado, 9 de maio de 2009
ENTREVISTA COM VAMPIRO
Vou fazer deste post um quase meme, pra tirar a Lua do eclipse, e quem sabe mostrar às outras leitoras como sou uma pessoa de verdade, e meu posicionamento sobre a tal bandeira, apesasr de acreditar que a verdadeira estrela é Bette, e que esse post seria mais bafon feito por ela.
Quem sou eu: por motivos de privacidade, pois esse blog tem muito bafon que provavelmente comprometeria minha relação, não divulgo meu nome.
Sou paulistana, minha idade está entre 20 e 30 anos. Tenho mais que 1,65m, cabelos lisos, pele morena (de sol e nascença) e sorrisão na boca. Falo macio e baixo, sou calma, mas muito brincalhona também.
O que faço: curso superior, trabalho o dia todo, e vez ou outra faço uns "bicos".
Home sweet home: moro com meus pais ainda, pois não tenho bala na agulha pra bancar uma casa sozinha, apesar de ser independente financeiramente (thank God). Tenho gatos de estimação, e um irmão mais novo.
Estado civil: tenho uma namorada há mais de 6 meses, a segunda por sinal.
Orientação sexual: gosto de pessoas, independente do brinquedinho que vem de brinde.
Como tudo começou: eu poderia dizer que foi nas brincadeiras de novela com a minha prima, ou na fascinação pelo disco 1 da Xuxa, onde ela tá quase de 4, mas "caií "no mundo quando Bette me beijou pela primeira vez e engatou um relacionamento comigo a long time ago.
Pensamentos sobre sexualidade: sempre me achei diferente, mas não sabia o que era. O fanatismo pela Alanis e a Sporty Spice eram coisas incomuns. A admiração pelos seios grandes que eu ainda não tinha (ainda, pois agora até me arrependo de ter rezado tanto para tê-los), também. Então não sabia o que era, mas conseguia conviver com esse dilema numa boa.
Mesmo depois de já estar no segundo relacionamento, ainda não sei com que tipo humano vou querer dividir o resto dos meus dias. Sabe, eu demoro muito a me apaixonar, e desde menina tinha em mente que isso deve ocorrer pela alma, e não pelo corpo. Sempre disse isso à Bette, e acho que isso clareou um pouco a mente dela também.
Ainda assim, às vezes me questiono a respeito de mulheres. Eu não sou do tipo que vê uma gostosa, e já fica "de pau duro". Não me excito vendo filmes ou fotos de mulheres, apenas quando me estimulam com toque mesmo. Já o contrário acontece com homens, mas gosto dos meus relacionamentos com mulheres.
Lésbica?: Bom, eu sinceramente nunca gostei de rótulos, até porque sofri muito preconceito durante toda minha vida por causa disso. Como disse anteriormente, tenho uma namorada, mas sinto atração e tentação por muito homem que passa na minha frente (o que deixa minha cabeça um parafuso). E se isso me "classifica"como lésbica, tudo bem, eu sou.
Não sou assumida, mas vez ou outra uma de vocês pode me ver andando de mãos dadas pela rua, ou me beijando na "buatchy", afinal, muitas vezes ando com o botão do "foda-se" ligado. Só não o faço em casa, pois mesmo minha mãe sabendo (o que é um post a parte), ela não aprova, e muito menos gosta de agarração debaixo de seu teto.
Não falo pra ninguém do meu trabalho que sou comprometida, como todos os funcionários fazem, pois quero discrição da minha vida. Aliás, discrição é algo que prezo muito, pois o que não é visto, não é lembrado.
Apenas pessoas seletas sabem que também "curto" meninas. Meus amigos gays (lógico), alguns hétero que conto nos dedos, minha mãe, e meu irmão. Não vivo em grupinhos gays, apesar da minha namorada me apresentar pra Deus e o mundo, não participei de quadrilha de São João (onde todo mundo "dança" com todo mundo), e não gosto de disse-que-me-disse. Saio pra dançar em buatchy GLS desde que me entendo por gente, pois gosto da música, e não por que é um ambiente "gay". Tenho amigos não só pq são gays ou héteros, mas sim porque são pessoas.
E a bandeira gay nega?: Então. Certa vez eu assisti o vídeo do Cris, aquela beesha pão com ovo que chora pedindo pra deixarem a Britney (ui!) em paz. Ele diz que não levanta bandeira alguma, ou coisa assim, não me lembro bem. Eu também não levanto. Sou contra qualquer tipo de injustiça! Isso sim! Por exemplo, proibir pessoas do mesmo sexo de se beijarem em locais públicos, de terem igualdade em seus empregos, ou até mesmo de se casarem.
Isso eu acho injusto, e se me chamarem pra protestar, eu protesto numa boa, pois do mesmo jeito que "eles" estão nesta situação, eu também poderia estar. Mas sinceramente eu prefiro educar as pessoas, do que levantar bandeiras e gritar na rua, pois é algo momentâneo, e que no dia seguinte vira papel de embrulhar peixe e ninguém vai se lembrar.
Pois foi assim que procedi com minha mãe e alguns de meus amigos, até mesmo os gays, que acham que esse "estilo" de vida não combina comigo. Vou nas paradas gays, mas basicamente pra me divertir, pois de fato, discussão e ações políticas não saem dali.
Não condeno quem se esconde no armário, mas sou contra os que agem preconceituosamente, pois este deixa marcas eternas em sua vida (eu que o diga das marcas que tenho na minha). Não sou contra os reprimidos, desde que sua indecisão não afete a vida de outra pessoa. Não sou contra os assumidos, desde que não arrotem isso como estilo de vida que todos deveriam seguir. Acredito que cada ser humano deva seguir seus instintos, vivendo suas escolhas, e convivendo com os outros em paz e harmonia.
Acredito no amor, seja lá entre quem for. Homem e mulher. Mulher e mulher. Homem e homem. Cão e gato.
E apesar de aprecer muito mente aberta, também sou conservadora em alguns aspectos. Não sou muito adepta de relacionamento aberto, apesar de já ter tido um; não gosto de traições, apesar de já ter sido traída e de tê-lo feito também; não gosto de enrolação e indecisão alheia, apesar de eu ser muito indecisa.
Personagem?: bom, apesar de tirar muito o meu da reta aqui no blog, não sou um personagem. Escrevo sempre o que realmente penso, de acordo com quem realmente sou. E não me envergonho de ser assim! Me amo do jeito que sou, apesar de pensar que deva perder uns 3kg e definir meus músculos, pois sou vaidosa, e creio que isso foi definitivo pra que ganhasse respeito dos demais.
E acho que isso é o básico. Simples e prático.
Se houver perguntas, não hesite em fazê-las. Terei o maior prazer em respondê-las.
xxAlicexx
Quem sou eu: por motivos de privacidade, pois esse blog tem muito bafon que provavelmente comprometeria minha relação, não divulgo meu nome.
Sou paulistana, minha idade está entre 20 e 30 anos. Tenho mais que 1,65m, cabelos lisos, pele morena (de sol e nascença) e sorrisão na boca. Falo macio e baixo, sou calma, mas muito brincalhona também.
O que faço: curso superior, trabalho o dia todo, e vez ou outra faço uns "bicos".
Home sweet home: moro com meus pais ainda, pois não tenho bala na agulha pra bancar uma casa sozinha, apesar de ser independente financeiramente (thank God). Tenho gatos de estimação, e um irmão mais novo.
Estado civil: tenho uma namorada há mais de 6 meses, a segunda por sinal.
Orientação sexual: gosto de pessoas, independente do brinquedinho que vem de brinde.
Como tudo começou: eu poderia dizer que foi nas brincadeiras de novela com a minha prima, ou na fascinação pelo disco 1 da Xuxa, onde ela tá quase de 4, mas "caií "no mundo quando Bette me beijou pela primeira vez e engatou um relacionamento comigo a long time ago.
Pensamentos sobre sexualidade: sempre me achei diferente, mas não sabia o que era. O fanatismo pela Alanis e a Sporty Spice eram coisas incomuns. A admiração pelos seios grandes que eu ainda não tinha (ainda, pois agora até me arrependo de ter rezado tanto para tê-los), também. Então não sabia o que era, mas conseguia conviver com esse dilema numa boa.
Mesmo depois de já estar no segundo relacionamento, ainda não sei com que tipo humano vou querer dividir o resto dos meus dias. Sabe, eu demoro muito a me apaixonar, e desde menina tinha em mente que isso deve ocorrer pela alma, e não pelo corpo. Sempre disse isso à Bette, e acho que isso clareou um pouco a mente dela também.
Ainda assim, às vezes me questiono a respeito de mulheres. Eu não sou do tipo que vê uma gostosa, e já fica "de pau duro". Não me excito vendo filmes ou fotos de mulheres, apenas quando me estimulam com toque mesmo. Já o contrário acontece com homens, mas gosto dos meus relacionamentos com mulheres.
Lésbica?: Bom, eu sinceramente nunca gostei de rótulos, até porque sofri muito preconceito durante toda minha vida por causa disso. Como disse anteriormente, tenho uma namorada, mas sinto atração e tentação por muito homem que passa na minha frente (o que deixa minha cabeça um parafuso). E se isso me "classifica"como lésbica, tudo bem, eu sou.
Não sou assumida, mas vez ou outra uma de vocês pode me ver andando de mãos dadas pela rua, ou me beijando na "buatchy", afinal, muitas vezes ando com o botão do "foda-se" ligado. Só não o faço em casa, pois mesmo minha mãe sabendo (o que é um post a parte), ela não aprova, e muito menos gosta de agarração debaixo de seu teto.
Não falo pra ninguém do meu trabalho que sou comprometida, como todos os funcionários fazem, pois quero discrição da minha vida. Aliás, discrição é algo que prezo muito, pois o que não é visto, não é lembrado.
Apenas pessoas seletas sabem que também "curto" meninas. Meus amigos gays (lógico), alguns hétero que conto nos dedos, minha mãe, e meu irmão. Não vivo em grupinhos gays, apesar da minha namorada me apresentar pra Deus e o mundo, não participei de quadrilha de São João (onde todo mundo "dança" com todo mundo), e não gosto de disse-que-me-disse. Saio pra dançar em buatchy GLS desde que me entendo por gente, pois gosto da música, e não por que é um ambiente "gay". Tenho amigos não só pq são gays ou héteros, mas sim porque são pessoas.
E a bandeira gay nega?: Então. Certa vez eu assisti o vídeo do Cris, aquela beesha pão com ovo que chora pedindo pra deixarem a Britney (ui!) em paz. Ele diz que não levanta bandeira alguma, ou coisa assim, não me lembro bem. Eu também não levanto. Sou contra qualquer tipo de injustiça! Isso sim! Por exemplo, proibir pessoas do mesmo sexo de se beijarem em locais públicos, de terem igualdade em seus empregos, ou até mesmo de se casarem.
Isso eu acho injusto, e se me chamarem pra protestar, eu protesto numa boa, pois do mesmo jeito que "eles" estão nesta situação, eu também poderia estar. Mas sinceramente eu prefiro educar as pessoas, do que levantar bandeiras e gritar na rua, pois é algo momentâneo, e que no dia seguinte vira papel de embrulhar peixe e ninguém vai se lembrar.
Pois foi assim que procedi com minha mãe e alguns de meus amigos, até mesmo os gays, que acham que esse "estilo" de vida não combina comigo. Vou nas paradas gays, mas basicamente pra me divertir, pois de fato, discussão e ações políticas não saem dali.
Não condeno quem se esconde no armário, mas sou contra os que agem preconceituosamente, pois este deixa marcas eternas em sua vida (eu que o diga das marcas que tenho na minha). Não sou contra os reprimidos, desde que sua indecisão não afete a vida de outra pessoa. Não sou contra os assumidos, desde que não arrotem isso como estilo de vida que todos deveriam seguir. Acredito que cada ser humano deva seguir seus instintos, vivendo suas escolhas, e convivendo com os outros em paz e harmonia.
Acredito no amor, seja lá entre quem for. Homem e mulher. Mulher e mulher. Homem e homem. Cão e gato.
E apesar de aprecer muito mente aberta, também sou conservadora em alguns aspectos. Não sou muito adepta de relacionamento aberto, apesar de já ter tido um; não gosto de traições, apesar de já ter sido traída e de tê-lo feito também; não gosto de enrolação e indecisão alheia, apesar de eu ser muito indecisa.
Personagem?: bom, apesar de tirar muito o meu da reta aqui no blog, não sou um personagem. Escrevo sempre o que realmente penso, de acordo com quem realmente sou. E não me envergonho de ser assim! Me amo do jeito que sou, apesar de pensar que deva perder uns 3kg e definir meus músculos, pois sou vaidosa, e creio que isso foi definitivo pra que ganhasse respeito dos demais.
E acho que isso é o básico. Simples e prático.
Se houver perguntas, não hesite em fazê-las. Terei o maior prazer em respondê-las.
xxAlicexx
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Faces, corações e vidas diferentes requerem ações diferentes: RESPEITANDO OPOSTOS...
Já perceberam que existem pessoas diferesntes? Lésbicas diferentes?
Numa família filhos são diferentes.
Num país existem pessoas diferentes. E quando ouço falarem que Brasileira é gostosa e é só bunda, ou quando vêem alguém de "burla" e barba Nascido no oriente achar que é terrorista, a minha vontade é de entregar uma bomba a essas pessoas.
Preconceito em qualquer espécie é foda! E desculpem o palavrão.
Hoje recebi um comentário que considero importante discutir a fundo. Não espero ser compreendida, ou mesmo, deixar de ser julgada.
Não espero me defender das palavras, onde citam em meu resumo mental:
"Não levo a bandeira Gay a sério", "deixei de ser forte por morar com uma pessoa do sexo oposto".
Não vou muito menos começar uma defesa dizendo, atire a primeira pedra quem nunca errou, pois não me julgo certa ou errada. Só encaro uma opção atual de vida.
Agora, tenho de confessar, que me entristeci ao ser tida como uma pessoa "Não-forte" - Fraca! Odeio ser chamada assim,
Julgando que estou em ambiente onde a probablidade de estar diante de lésbicas na sua maioria, confessar que transito entre os dois mundos, não me faz ser fraca, ou preferir esconder uma imagem, pois fui verdadeira, e não omite quem eu sou, e como vivo minha vida, sendo lésbica e tendo a certeza cada dia mais disso.
No mundo Lez, nos 4 anos na qual conheço-o mais a fundo, percebi que existem mulheres Bi, mulheres homo, mulheres homo que fazem a escolha de se esconder no armário, mulheres que ainda não sabem que são lésbicas, outras que nunca saberão, mulheres que vão viver como lésbica e depois deixaram de querer serem, as que possuem dúvida, mulheres decididas, mulheres que beijam mulheres na balada mas não querem mais que isso. Existem mulheres paralelas ou dentro do mundo lez de todas as formas.
Eu já pude viver praticamente todas as opções das quais citei a cima. E agora percebi que mesmo sendo lésbica, não amo somente um corpo, e sim uma pessoa, seja homem, mulher, padre... Será que somente achar que levar a bandeira Gay é viver com mulheres, ser feminista, e algumas vezes fingir que somos fortes fisicamente, coçar um saco que muitas mulheres imaginam ter por amar mulheres?
E, julgando que eu sou uma mulher que acredita ser sexo frágil, pois eu sei que minha progesterona durante a segunda quinzena do mês vai me fazer ter vontade de chorar, sou menos lésbica e inferior a vocês que dizem que são forte.
Ou porque eu não tenho testosterona a vontade, e adoro não ter, me faz também ser incapaz de trocar um pneu com tanta força como um homem. Porque na minha sociedade fui criada para saber usar uma panela e saber gomar a ferro, deixo de ser lésbica porque não fiz greve com esses objetos? Porque mesmo gostando de mulheres eu não quero me parecer com homens, e tenho descontentamento com aquelas que querem, mas respeito, pois algumas pessoas nem mesmo suportam ter um copor feminino?
Será que é uma espécia de "xenofobia" dizer que quem não é totalmente parecido com o perfil lésbico deve ser julgado como fraca, fingida, incapaz ou algo assim. Preconceito aqui não Ladies!!!
Eu sou lésbica, e acabei de fazer um lesbodrama com essa citação. Querem prova maior de que eu sou lésbica e não deixo de ser a mesma pessoa dando para um homem?
Finalizo dizendo que sejam todas bem-vindas ao Lez Girls. Vocês que fazem comida para o seu marido e adora ver uma mulher nua na televisão, esse é o lugar certo!
A você que é atirada, venha para cá.
A você que odeia lésbicas, me liga, eu vou tentar mudar sua opnião (ou algo mais..rs).
A você que é Marciana, falem com nós todas, podemos entendê-la, e não julgamos roupinhas verdes.
Beijo a todas, e especialmente a Lua.
Espero que mude um pouco sua idéia, afinal, a bandeira Gay é um arco-íris, e representa todas as cores e céus!
Bette.
Alguém quer provar esse arroz "unidos venceremos" que fiz ontem?
Numa família filhos são diferentes.
Num país existem pessoas diferentes. E quando ouço falarem que Brasileira é gostosa e é só bunda, ou quando vêem alguém de "burla" e barba Nascido no oriente achar que é terrorista, a minha vontade é de entregar uma bomba a essas pessoas.
Preconceito em qualquer espécie é foda! E desculpem o palavrão.
Hoje recebi um comentário que considero importante discutir a fundo. Não espero ser compreendida, ou mesmo, deixar de ser julgada.
Não espero me defender das palavras, onde citam em meu resumo mental:
"Não levo a bandeira Gay a sério", "deixei de ser forte por morar com uma pessoa do sexo oposto".
Não vou muito menos começar uma defesa dizendo, atire a primeira pedra quem nunca errou, pois não me julgo certa ou errada. Só encaro uma opção atual de vida.
Agora, tenho de confessar, que me entristeci ao ser tida como uma pessoa "Não-forte" - Fraca! Odeio ser chamada assim,
Julgando que estou em ambiente onde a probablidade de estar diante de lésbicas na sua maioria, confessar que transito entre os dois mundos, não me faz ser fraca, ou preferir esconder uma imagem, pois fui verdadeira, e não omite quem eu sou, e como vivo minha vida, sendo lésbica e tendo a certeza cada dia mais disso.
No mundo Lez, nos 4 anos na qual conheço-o mais a fundo, percebi que existem mulheres Bi, mulheres homo, mulheres homo que fazem a escolha de se esconder no armário, mulheres que ainda não sabem que são lésbicas, outras que nunca saberão, mulheres que vão viver como lésbica e depois deixaram de querer serem, as que possuem dúvida, mulheres decididas, mulheres que beijam mulheres na balada mas não querem mais que isso. Existem mulheres paralelas ou dentro do mundo lez de todas as formas.
Eu já pude viver praticamente todas as opções das quais citei a cima. E agora percebi que mesmo sendo lésbica, não amo somente um corpo, e sim uma pessoa, seja homem, mulher, padre... Será que somente achar que levar a bandeira Gay é viver com mulheres, ser feminista, e algumas vezes fingir que somos fortes fisicamente, coçar um saco que muitas mulheres imaginam ter por amar mulheres?
E, julgando que eu sou uma mulher que acredita ser sexo frágil, pois eu sei que minha progesterona durante a segunda quinzena do mês vai me fazer ter vontade de chorar, sou menos lésbica e inferior a vocês que dizem que são forte.
Ou porque eu não tenho testosterona a vontade, e adoro não ter, me faz também ser incapaz de trocar um pneu com tanta força como um homem. Porque na minha sociedade fui criada para saber usar uma panela e saber gomar a ferro, deixo de ser lésbica porque não fiz greve com esses objetos? Porque mesmo gostando de mulheres eu não quero me parecer com homens, e tenho descontentamento com aquelas que querem, mas respeito, pois algumas pessoas nem mesmo suportam ter um copor feminino?
Será que é uma espécia de "xenofobia" dizer que quem não é totalmente parecido com o perfil lésbico deve ser julgado como fraca, fingida, incapaz ou algo assim. Preconceito aqui não Ladies!!!
Eu sou lésbica, e acabei de fazer um lesbodrama com essa citação. Querem prova maior de que eu sou lésbica e não deixo de ser a mesma pessoa dando para um homem?
Finalizo dizendo que sejam todas bem-vindas ao Lez Girls. Vocês que fazem comida para o seu marido e adora ver uma mulher nua na televisão, esse é o lugar certo!
A você que é atirada, venha para cá.
A você que odeia lésbicas, me liga, eu vou tentar mudar sua opnião (ou algo mais..rs).
A você que é Marciana, falem com nós todas, podemos entendê-la, e não julgamos roupinhas verdes.
Beijo a todas, e especialmente a Lua.
Espero que mude um pouco sua idéia, afinal, a bandeira Gay é um arco-íris, e representa todas as cores e céus!
Bette.
Alguém quer provar esse arroz "unidos venceremos" que fiz ontem?
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Colecionadora de Maquiagem...
Cheguei em casa ontem, e a companhia das noites constantes de março e abril estava doente.
Eu não estava doente, mas estava pálida, e a minha cara estava estampada: fiz coisa errada!
Não consigo mentir para aquela alma linda naquele corpo de homem. E disse com todas as letras: tive saudade de mulheres, beijei uma mulher!
Abracei-o, fiz chá quente. Tomei banho, deitei mais ainda abraçada.
Paracetamol em algumas gotas, e pela manhã já estava tudo bem. Mas, a minha face ainda estava pálida. E eu não havia melhorado daquela sensação.
Não havia remédio para mudar a sensação estranha de trocar lábios com alguém que representa infidelidade, apesar de estabelecermos que trair só acontece se não houver verdade.
Já me encontro no dia 6 de maio, e estou feliz, cada um continuou a sua vida. E mesmo que pense o contrário, não me sinto convertida ao heteroxessualismo, só me apaixonei de verdade por alguém que me deu amor. Porque nos apaixonamos por almas e não corpos.
Na verdade já estamos no quinto mês do ano e todos tinham seguido sua vida e se entregado a algo também.
Tina tinha feito seis meses de namoro, a Ana havia encontrado uma mulher linda, a espanholinha tinha virado uma mulher corajosa e a J... me parecia ter finalmente ficado forte.
Pensei nesses últimos anos, e quero alguém para dormir todos os dias e que me ame em qualquer situação.
Peguei o telefone, e disse que já chegava ao hotel dela. Passei na farmácia e comprei um batom a ela.
Cheguei na hora marcada, como combinamos ontem. Ela vai voltar no domingo para aquela cidadezinha da Espanha.
Sorriso corado, e eu não conseguia falar nenhuma palavra, nem um beijo, só um saquinho entregue a ela com um recado escrito: “não posso ser o batom que deixa essa boca linda vermelha, quero ser sua amiga, tu te transformou numa mulher ainda mais linda, e mereces mais que uma transa numa semana de congresso” desculpa, Bette.
Ela abriu o saco, leu na minha frente, passou o batom nos lábios e me entregou com a tampa quase aberta, num ato fortemente sexual.
Acho que ela não acreditou no que leu, e nem eu acreditei no que disse. Ela devia estar molhada, como eu estava, mas nos seguramos.
É a única mulher que nunca discutiu uma relação, sempre soube o que meus olhos diziam. Mais uma vez saímos da vida da outra, mas dessa vez eu disse alguma coisa, e ela, também:
- Bette, já temos encontro marcado eu só não sei quando...se é daqui há dois dias, ou daqui há mil anos...
Ela não esqueceu a música que cantei para ela, do Jorge Vercilo.
Achei bonitinho aquilo. E abraçamo-nos forte, como se nunca mais fossemos nos ver.
Fui para o trabalho, abri minha bolsa, e no mesmo bolso que guardei o batom, vi que haviam pertences que não eram meus. Um lápis de olho que nunca consegui devolver, um espelho presenteado por minha aluna apaixonada, o brilho labial igual ao de Tina e o pó que a Mara usou para eu tirar aquela cara de choro na despedida dela.
Quanto tempo!
Virei uma colecionadora de maquiagem, talvez seja um sinal, algo que me diz que passaram pessoas importantes pela minha vida, que tentaram colorir um pouco meus lábios, meus olhos, minha face. Vou colocar tudo num estojo, e olhar com saudade e importância.
Cheguei a noite em casa, e havia um vestido em cima da mesa e uma escrita dizendo. -Vamos hoje sair- Cansei de chá. Hoje é dia de vinho branco!
Me aprontei, mas fiz questão de não usar maquiagem, e muito menos calcinha. E mesmo assim ouvi que estava linda! E me senti também assim.
Bette.
Ao natural.
Eu não estava doente, mas estava pálida, e a minha cara estava estampada: fiz coisa errada!
Não consigo mentir para aquela alma linda naquele corpo de homem. E disse com todas as letras: tive saudade de mulheres, beijei uma mulher!
Abracei-o, fiz chá quente. Tomei banho, deitei mais ainda abraçada.
Paracetamol em algumas gotas, e pela manhã já estava tudo bem. Mas, a minha face ainda estava pálida. E eu não havia melhorado daquela sensação.
Não havia remédio para mudar a sensação estranha de trocar lábios com alguém que representa infidelidade, apesar de estabelecermos que trair só acontece se não houver verdade.
Já me encontro no dia 6 de maio, e estou feliz, cada um continuou a sua vida. E mesmo que pense o contrário, não me sinto convertida ao heteroxessualismo, só me apaixonei de verdade por alguém que me deu amor. Porque nos apaixonamos por almas e não corpos.
Na verdade já estamos no quinto mês do ano e todos tinham seguido sua vida e se entregado a algo também.
Tina tinha feito seis meses de namoro, a Ana havia encontrado uma mulher linda, a espanholinha tinha virado uma mulher corajosa e a J... me parecia ter finalmente ficado forte.
Pensei nesses últimos anos, e quero alguém para dormir todos os dias e que me ame em qualquer situação.
Peguei o telefone, e disse que já chegava ao hotel dela. Passei na farmácia e comprei um batom a ela.
Cheguei na hora marcada, como combinamos ontem. Ela vai voltar no domingo para aquela cidadezinha da Espanha.
Sorriso corado, e eu não conseguia falar nenhuma palavra, nem um beijo, só um saquinho entregue a ela com um recado escrito: “não posso ser o batom que deixa essa boca linda vermelha, quero ser sua amiga, tu te transformou numa mulher ainda mais linda, e mereces mais que uma transa numa semana de congresso” desculpa, Bette.
Ela abriu o saco, leu na minha frente, passou o batom nos lábios e me entregou com a tampa quase aberta, num ato fortemente sexual.
Acho que ela não acreditou no que leu, e nem eu acreditei no que disse. Ela devia estar molhada, como eu estava, mas nos seguramos.
É a única mulher que nunca discutiu uma relação, sempre soube o que meus olhos diziam. Mais uma vez saímos da vida da outra, mas dessa vez eu disse alguma coisa, e ela, também:
- Bette, já temos encontro marcado eu só não sei quando...se é daqui há dois dias, ou daqui há mil anos...
Ela não esqueceu a música que cantei para ela, do Jorge Vercilo.
Achei bonitinho aquilo. E abraçamo-nos forte, como se nunca mais fossemos nos ver.
Fui para o trabalho, abri minha bolsa, e no mesmo bolso que guardei o batom, vi que haviam pertences que não eram meus. Um lápis de olho que nunca consegui devolver, um espelho presenteado por minha aluna apaixonada, o brilho labial igual ao de Tina e o pó que a Mara usou para eu tirar aquela cara de choro na despedida dela.
Quanto tempo!
Virei uma colecionadora de maquiagem, talvez seja um sinal, algo que me diz que passaram pessoas importantes pela minha vida, que tentaram colorir um pouco meus lábios, meus olhos, minha face. Vou colocar tudo num estojo, e olhar com saudade e importância.
Cheguei a noite em casa, e havia um vestido em cima da mesa e uma escrita dizendo. -Vamos hoje sair- Cansei de chá. Hoje é dia de vinho branco!
Me aprontei, mas fiz questão de não usar maquiagem, e muito menos calcinha. E mesmo assim ouvi que estava linda! E me senti também assim.
Bette.
Ao natural.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Trocando batons...
Ora, oras...
Estava no banheiro, e havia um Congresso importante lá fora. Pessoas importantes...conhecimento importante.
E era inacreditável que houvéssem somente duas pessoas "comuns" sozinhas com aquele cenário inundado de pessoas nas salas. E querendo ficar ignorantes no silêncio.
Duas pessoas que ao mesmo tempo procuraram a mesma imagem diante do espelho, cansadas de tanta informação.
Eu certamente parecia mais cansada e assustada do que ela.
A voz dela me fez ouvir não mais o silêncio, e chegou em mim com as palavras: tienes batom?
Era como se visse um fantasma. Era a última pessoa que pensei em ver.
Olhei pelo espelho ela se aproximando, e eu finalmente respondi com a voz dos nervosos: na-na-não te-en-nho..bat-ton-Des-cul-pa por ter-su-mi-do...
Não havia virado ainda, porque estava paralisada. E a voz cada vez mais perto dizia: Tienes baton! com um tom agora de afirmação.
Meu sorriso bobo e o olhar ainda pelo espelho reparou como ela continuava linda. O pensamento pervo também pensou: quantas mulheres devem ter ensinado ela falar assim tão confiante.
Não sabia.. mas lembrei-me que fui a primeira a falar assim com ela, e ensinar algo de conquista entre mulheres.
Nesse instante virei, e o vento do giro aumentou com a terceira e última vez que ela disse: quiero esse baton...
E foi a última voz que aquele banheiro ouviu antes de olhamos novamente ao espero, e percebemos que havíamos tido uma cumplicidade de trocas de batom.
Doei meu batom a ela.
E percebi que a minha espanholinha havia voltado por alguns dias...
"isso me faz pensar que é melhor a prática empírica do banheiro quase vazio, que o conhecimento científico abstrato em salas cheias de gente..
Bette.
Estava no banheiro, e havia um Congresso importante lá fora. Pessoas importantes...conhecimento importante.
E era inacreditável que houvéssem somente duas pessoas "comuns" sozinhas com aquele cenário inundado de pessoas nas salas. E querendo ficar ignorantes no silêncio.
Duas pessoas que ao mesmo tempo procuraram a mesma imagem diante do espelho, cansadas de tanta informação.
Eu certamente parecia mais cansada e assustada do que ela.
A voz dela me fez ouvir não mais o silêncio, e chegou em mim com as palavras: tienes batom?
Era como se visse um fantasma. Era a última pessoa que pensei em ver.
Olhei pelo espelho ela se aproximando, e eu finalmente respondi com a voz dos nervosos: na-na-não te-en-nho..bat-ton-Des-cul-pa por ter-su-mi-do...
Não havia virado ainda, porque estava paralisada. E a voz cada vez mais perto dizia: Tienes baton! com um tom agora de afirmação.
Meu sorriso bobo e o olhar ainda pelo espelho reparou como ela continuava linda. O pensamento pervo também pensou: quantas mulheres devem ter ensinado ela falar assim tão confiante.
Não sabia.. mas lembrei-me que fui a primeira a falar assim com ela, e ensinar algo de conquista entre mulheres.
Nesse instante virei, e o vento do giro aumentou com a terceira e última vez que ela disse: quiero esse baton...
E foi a última voz que aquele banheiro ouviu antes de olhamos novamente ao espero, e percebemos que havíamos tido uma cumplicidade de trocas de batom.
Doei meu batom a ela.
E percebi que a minha espanholinha havia voltado por alguns dias...
"isso me faz pensar que é melhor a prática empírica do banheiro quase vazio, que o conhecimento científico abstrato em salas cheias de gente..
Bette.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
O PARADIGMA DA PANDEMIA...
A primeira vez que ouvi falar sobre a palavra paradigma, foi por meio de um professor meu na Universidade. Mas, como ele era Gay, os marmanjos, e eu, com uma capa preconceituosa, ficamos meio descrentes com o discurso dele em relação ao exemplo que deu - a mulher que parecia ser prostitura e não era...
Não sei em que mundo vivia, mas somente com 20 anos comecei a compreender e analisar os diversos paradigmas. E também a conhecer outras coisas que me faziam cada vez mais me interessar por pessoas do mesmo sexo. Mudando assim, o paradigma do gêneses do tal Adão feito para a Eva.
Não é fácil mudar nossa visão diante dos fatos. Algum dia li que os paradigmas são importantes até para nos manter vivo, o medo de algo pode também ser uma espécie de paradigma. Sonrrisal com coca-cola ou mentol explode o estômago (não, quero provar..rs). Manga com sal dá isso ou aquilo.
Os paradigmas, além de criar mitos e "nos deixar aprisionados a uma barreira de proteção mental, evita que soframos rupturas abruptas da nossa realidade. Resumindo, convém termos paradigmas, e qualquer mudança de um novo modo de ver, com ou sem óculos sociaal, devem ser de forma devagar, porque, dá no que dá.. O QUE JUSTAMENTE ACONTECEU ESSA SEMANA.
De acordo com Alice, o sinal de trânsito da cidade dela não é o mesmo. Em vez de encontrarmos meninos com o famoso: dá algo ai Patrão. Agora há um ex-corretor de seguros desempregado vendendo máscara contra a gripe.
O mais absurso, é o que ouvi um jornalista falando: evitem beijos como cumprimento, não toque em objetos na rua que tivéram contato com um número grande de pessoas, lave as mãos um maior número de vezes e ufa.. só faltou dizer: vire anti-social, e não saia de casa... Como será que irei beijar minha garota hoje a noite?rsrs.
No méxico, nem ladrão se dispõem em sair na rua. Nem bêbado se encontra em buteco.. Gente isso só pode ser o fim do mundo. Quanta mudança de paradigma.
Não era para rir, mas, eu encontrei uma aluna, daquelas que se acham, e duas semanas atrás me falou assim: eu acho que ter condições é poder sair da europa quando há frio, e ainda mais, é poder ir a Cancun... E eu claro, pensei: é como sou lisa, fico no frio, sem aquecedor nem "run".
Bem, mas, nessas horas acho que o deuzu existe..rs. Para quem não é bom de geografia, eu posso dizer o que aconteceu quando a "dondoca" voltou, toda queimada de Cancun, que fica no México por sinal, e morta de vergonha em dizer que tinha viajado para lá, porque, em vez de status, ela corria o risco de ser presa e ficar de quarentena...
E claro, que a "pandemia" também veio para aqueles malas que querem chamar atenção. Tem gente que agora espirra bem alto no ônibus, só para provocar uma reação desconforntável nos passageiros, que como eu, quase evitam respirar naquele ambiente.
Pois é, paradigmas, o que era bom, essa semana virou sinônimo de mal...
Agora, a OMS quer mudar o nome da Gripe, tirando o codinome Suíno, por que, estão deixando de consumir os tais porquinhos congelados... Queriam o que? Falaram que vinha do porco, até o Gaúcho teve de tirar do churrasco a famosa linguicinha e o mineiro, faz hoje um feijão tropeiro com linguiça de frango...ieca.
Ah..mas, para mim basta, acabei de comer uma pizza de Calabresa, adorei a promoção no supermercado - porco 1kg 1,99 euros..dilícia.. e chega de tanto paradigma.
Vocês sabiam que a gripe da tal pandemia já infectou mais de 360, e matou uma dezena de pessoas, mas, sabiam que todo ano, aquela gripezinha sasonal que temos durante o inverno ou depois de ficar beijando alguém catarrento, aqui na Europa mata entre 200 e 300 pessoas por ano em cada país?
Bem, ninguém fala disso, sabe porque? Porque o velho paradigma do alarde continua dando matérias de jornal.
Devem tá adorando isso os hipocondríacos já devem ter estoque de "Tamiflu- 75mg" em casa, e mascarazinha aos baldes.
Sabe que isso me deu uma idéia? vou pegar aquela máscara das aulas de anatomia e fazer uma investigação detalhada no corpo de alguém gripadinho aqui do meu lado..ui..rsrs.
Vou mudar o paradigma da Bette nua, pela vestida apenas no rosto.
Bette,
Atchin...
Bette.
Não sei em que mundo vivia, mas somente com 20 anos comecei a compreender e analisar os diversos paradigmas. E também a conhecer outras coisas que me faziam cada vez mais me interessar por pessoas do mesmo sexo. Mudando assim, o paradigma do gêneses do tal Adão feito para a Eva.
Não é fácil mudar nossa visão diante dos fatos. Algum dia li que os paradigmas são importantes até para nos manter vivo, o medo de algo pode também ser uma espécie de paradigma. Sonrrisal com coca-cola ou mentol explode o estômago (não, quero provar..rs). Manga com sal dá isso ou aquilo.
Os paradigmas, além de criar mitos e "nos deixar aprisionados a uma barreira de proteção mental, evita que soframos rupturas abruptas da nossa realidade. Resumindo, convém termos paradigmas, e qualquer mudança de um novo modo de ver, com ou sem óculos sociaal, devem ser de forma devagar, porque, dá no que dá.. O QUE JUSTAMENTE ACONTECEU ESSA SEMANA.
De acordo com Alice, o sinal de trânsito da cidade dela não é o mesmo. Em vez de encontrarmos meninos com o famoso: dá algo ai Patrão. Agora há um ex-corretor de seguros desempregado vendendo máscara contra a gripe.
O mais absurso, é o que ouvi um jornalista falando: evitem beijos como cumprimento, não toque em objetos na rua que tivéram contato com um número grande de pessoas, lave as mãos um maior número de vezes e ufa.. só faltou dizer: vire anti-social, e não saia de casa... Como será que irei beijar minha garota hoje a noite?rsrs.
No méxico, nem ladrão se dispõem em sair na rua. Nem bêbado se encontra em buteco.. Gente isso só pode ser o fim do mundo. Quanta mudança de paradigma.
Não era para rir, mas, eu encontrei uma aluna, daquelas que se acham, e duas semanas atrás me falou assim: eu acho que ter condições é poder sair da europa quando há frio, e ainda mais, é poder ir a Cancun... E eu claro, pensei: é como sou lisa, fico no frio, sem aquecedor nem "run".
Bem, mas, nessas horas acho que o deuzu existe..rs. Para quem não é bom de geografia, eu posso dizer o que aconteceu quando a "dondoca" voltou, toda queimada de Cancun, que fica no México por sinal, e morta de vergonha em dizer que tinha viajado para lá, porque, em vez de status, ela corria o risco de ser presa e ficar de quarentena...
E claro, que a "pandemia" também veio para aqueles malas que querem chamar atenção. Tem gente que agora espirra bem alto no ônibus, só para provocar uma reação desconforntável nos passageiros, que como eu, quase evitam respirar naquele ambiente.
Pois é, paradigmas, o que era bom, essa semana virou sinônimo de mal...
Agora, a OMS quer mudar o nome da Gripe, tirando o codinome Suíno, por que, estão deixando de consumir os tais porquinhos congelados... Queriam o que? Falaram que vinha do porco, até o Gaúcho teve de tirar do churrasco a famosa linguicinha e o mineiro, faz hoje um feijão tropeiro com linguiça de frango...ieca.
Ah..mas, para mim basta, acabei de comer uma pizza de Calabresa, adorei a promoção no supermercado - porco 1kg 1,99 euros..dilícia.. e chega de tanto paradigma.
Vocês sabiam que a gripe da tal pandemia já infectou mais de 360, e matou uma dezena de pessoas, mas, sabiam que todo ano, aquela gripezinha sasonal que temos durante o inverno ou depois de ficar beijando alguém catarrento, aqui na Europa mata entre 200 e 300 pessoas por ano em cada país?
Bem, ninguém fala disso, sabe porque? Porque o velho paradigma do alarde continua dando matérias de jornal.
Devem tá adorando isso os hipocondríacos já devem ter estoque de "Tamiflu- 75mg" em casa, e mascarazinha aos baldes.
Sabe que isso me deu uma idéia? vou pegar aquela máscara das aulas de anatomia e fazer uma investigação detalhada no corpo de alguém gripadinho aqui do meu lado..ui..rsrs.
Vou mudar o paradigma da Bette nua, pela vestida apenas no rosto.
Bette,
Atchin...
Bette.
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